quarta-feira, 23 de setembro de 2009

o alvo


O bicho-preguiça apareceu / Aos meninos num riacho, ou lago; / E não era peludo: era pelado. / Braços compridos, corpo alvo, / Algo de dragão, mas não alado. // Se era hostil, não quedou claro: / Seguiu que o estranho extraordinário / Foi em todo caso apedrejado, / Depois - por prudência - afogado, / Para que se mantivessem imaculados / O nosso real (imaginário), / Os nossos limites do pensável.

4 comentários:

  1. por que destruímos o que a principio não entendemos...

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  2. Po, que choque a conclusão do poema.

    Pensava que era sobre ecologia. :)

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